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SUCESSOS DOS MINISTROS VOLUNTÁRIOS DE CIENTOLOGIA

Estes são apenas alguns dos milhares de sucessos que acontecem diariamente como resultado do Programa de Ministros Voluntários.

Alguns são dos próprios Ministros Voluntários, outros são daqueles a quem ajudaram.

Se você tiver um sucesso, envie-nos para podermos colocá-lo na página de Internet e para que outros possam partilhar dele.

AS AJUDAS SALVAM VIDAS

O meu pai contraiu meningite há 2 semanas (uma infecção que lhe foi ao cérebro).

Era suposto ele morrer. Ele tinha 2 horas de vida e os médicos disseram-nos que era muito grave.

Eu dei-lhe a ajuda para uma pessoa inconsciente de imediato. As infermeiras e médicos não me impediram, embora ele estivesse nos cuidados intensivos e numa coma profundo.

Durante os dias que se seguiram eu voltei e dei-lhe ajudas por toque.

Ele melhorou drasticamente. Os médicos ficaram surpresos com o seu progresso. Eu dei-lhe mais ajudas. Os médicos não achavam que a sua mem+oria de curto prazo iria melhorar, mas melhorou. Os fisioterapeutas estavam bastante impressionados com ele, visto ele poder andar e falar novamente.

Pouco depois disto ele deixou o hospital. O meu pai sabe que as ajudas lhe salvaram a vida.

Sarah


Um dia, uma das minhas sócias entrou e perguntei-lhe como foi o seu fim-de-semana. Ela disse que foi péssimo porque a sua sogra tinha tido um problema de coração e estava em coma paralizada.

Eu levei-a imediatamente à livraria e comprei-lhe o livrinho das ajudas. Ela ficou espantadíssima comigo quando lhe disse o que tinha que fazer imediatamente.

Leu a ajuda da pessoa inconsciente e depois aplicou-a. 4 dias mais tarde ela disse que não acreditava pois a sua sogra havia movido a pálpebra.

Disse-lhe para continuar.

Um mês mais tarde encontrei-a e disse-me que estava em recuperação e que os médicos não podiam compreender pois não era suposto ter vivido mais do que 4 ou 5 dias!

Recentemente deixou o hospital e esse mesmo dia quis ir a um restaurante e celebrar. Ela anda e fala como sempre!!

Estes livrinhos são umas ferramentas maravilhosas!

Ayako


Eu tinha de viajar à cidade Villahermosa, no México, porque a minha mãe estava muito doente. Enquanto lá estava, o meu irmão Victor telefonou para saber como estava a minha mãe e tomou conhecimento que estava num estado crítico. Pediu para eu ir ao telefone e disse-me que ia mandar um pequeno livro sobre ajudas para que estudasse e para as dar à minha mãe.

Recebi o livrinho e comecei a dar-lhe as ajudas. Ao princípio a minha mãe não as queria receber, mas convenci-a a deixar-me dá-las. Começou a sentir-se melhor a cada dia que passava, até começou a perguntar-me: “Então quando é que me vais dar as ajudas?”

Quero que saibam que o meu pai e irmãos costumavam falar do meu irmão Victor como maluco por ser cientologista..., mas quando viram as mudanças na minha mãe mudaram de opinião.

Mais tarde a minha mãe teve uma crise terrível e tivemos que a levar para o hospital com uma hemorragia interna muito grave que requereu 5 transfusões de sangue. Ela estava muito mal, e estávamos todos preparando-nos para o pior.

Durante o tempo que permaneceu no hospital eu continuei a dar-lhe ajudas, depois saiu da situação e foi então levada para casa. Uma semana mais tarde, o médico fez-lhe algumas radiografias ao estômago, pois foi aí que ela teve o problema, e ela tinha tido um estrangulamento gastrohepático.

No dia seguinte tínhamos os resultados e fomos ver o médico.

Ele começou a ver as radiografias e não dizia nada, apenas movia a cabeça para trás e para a frente. Fiquei assustada, pensei que algo estava muito mal, quando ele subitamente disse: “Eu não posso acreditar nisto, os resultados das radiografias são como se ela nunca tivesse tido nenhum problema, apesar de que quando chegou ao hospital tinha um estrangulamento gastrohepático!”

Ele estava realmente atónito. Eu não sabia o que dizer, se mencionar o facto das ajudas ou não, de modo que fiquei calada. Quando saí, contei ao meu irmão o que se tinha passado, que eu tinha dado algumas ajudas que o meu irmão Victor me tinha mandado num livro.

Quero que saibam que não sabia nada sobre como ajudar alguém e que sabia apenas deste pequeno livro de Ajudas que me foi enviado. Salvou a vida da minha mãe!

Laurie


AJUDANDO UM BEBÉ RECÉM-NASCIDO

A esposa de Larry teve uma bebé um mês antes do tempo de modo que pesava apenas 2 quilos quando nasceu. Os médicos diziam a Larry que o bebé iria ter problemas para comer no início e que poderia levar até um mês para começar a poder tomar o biberão, e que eles teriam que o deixar na incubadora e alimentá-lo intravenosamente durante esse tempo. Larry disse ao médico que iria levar o bebé do hospital em dois dias comendo bem e ganhando peso com as ajudas que tinha aprendido através da tecnologia de Cientologia. O médico não estava convencido disso mas disse que ele poderia fazer o que quisesse.

Larry tirou o bebé da incubadora, apresentou-o à sua mãe e a ele próprio, e deu-lhe uma ajuda de locacional para que ela soubesse onde estava. Depois deu-lhe uma ajuda por toque. Informou-o que a sua tarefa era comer e ganhar peso para que pudessem ir juntos para casa. Ele pô-la a tomar o biberão em poucas horas. No primeiro dia subiu de um quilo e novecentas para dois quilos cento e sessenta. O médico estava espantadíssimo e disse-lhe para prosseguir. O médico então contou-lhe de um outro bebé, um menino na mesma condição, que não comia por 3 semanas. Larry disse que poderia ajudar também esse bebé e o médico disse-lhe que iria falar com os pais. Larry permaneceu levantado durante a noite alimentando a sua bebé e dando-lhe ajudas, e ela ganhou mais peso e deixaram-na sair com a sua mãe no dia seguinte. O médico disse então a Larry que os pais do menino queriam que ele ajudasse o bebé deles também.

Larry apresentou o bebé aos seus pais e disse-lhe quem era e que o queria ajudar. O bebé sorriu e os pais ficaram muito surpreendidos na medida em que não tinham tido reacção dele anteriormente. Ele então deu-lhe um locacional e uma ajuda por toque. Explicou-lhe que o seu papel era agora de comer e ganhar peso. Deu-lhe o biberão para tomar. Ele tomou o biberão todo. Esta foi a primeira comida em 3 semanas. Os pais estavam felizes. A mãe aprendeu a dar ajudas imediatamente e alimentou-o de novo. O bebé está agora fora do hospital.

Larry fez saber no hospital que se necessitassem dele novamente ele estaria disposto a voltar e a dar as ajudas.


Um amigo meu pediu-me que desse uma ajuda a uma pessoa sua conhecida. Infelizmente, este senhor teve um ataque do coração no ano passado que o levou a ficar totalmente paralizado do lado esquerdo. Os neurologistas não esperavam que sobrevivesse devido aos danos severos cometidos ao sistema nervoso.

As ajudas começaram há 5 meses atrás. No início, tinha pequenos estremeções e espasmos musculares. À medida que passavam os dias e as semanas de ajudas, o seu lado esquerdo começou a recobrar vida. Logo uma sensação de vibração começou a ocorrer cada vez que recebia uma ajuda.

A sua esposa estava emocionada.

Já que estava a ir ao hospital 3 vezes por semana, pensei, porque não dar ajudas aos seus companheiros de quarto. Depois comecei a dar ajudas a outros no hospital.

Um dia, no mês passado, quando entrava no quarto, a sua esposa e um amigo disseram-me extasiados, “Jim deu o seu primeiro passo com as canadianas!” Levantaram-se e aplaudiram-me. “Eu estava nas nuvens” com o seu apreço.

E qual foi a opinião dos neurologistas? “É um milagre!” No caminho para casa, nessa noite, ocorreu-me um pensamento. Se um cientista inventasse um soro que curasse uma doença terrível e os médicos administrassem o soro que fazia com que as pessoas melhorassem, quem deveria receber o reconhecimento? Bem, claro, os médicos deveriam ser agradecidos, mas quem é que merece realmente o aplauso? Tiro o chapéu a um verdadeiro cientista e humanitário - L. Ron Hubbard


Um amigo meu teve um acidente horroroso. Ele é agricultor e tem estado a dar de comer ao seu rebanho no meio de um campo usando uma máquina que é puxada por um tractor.

Quando a máquina começou a perder velocidade ele tentou arranjá-la e o sue braço ficou entalado pelas suas lâminas de 12 centímetros de aço. Como a máquina estava a rodar lentamente, ele foi capaz de evitar que os seu corpo fosse arrastado para as lâminas usando o outro braço para empurrar no sentido contrário.

Incrível, ele permaneceu assim durante 4 horas - com 7 lâminas de aço entaladas no seu braço e ombros. A sua esposa (preocupada com a sua ausência) foi quem saiu e o encontrou.

Quando o vi no hospital, disse-me que os médicos lhe tinham dito que nunca recobraria o uso normal do braço. Era basicamente um pedaço de carne e osso sem sensação e totalmente sem movimento. Durante a primeira ajuda que lhe dei, por cerca de 45 minutos, ele sempre dizia que não sentia nada no braço. Regressei no dia seguinte para lhe dar uma outra ajuda e no final da segunda ajuda ele pôde sentir o braço pela primeira vez. Na manhã seguinte, depois de uma ajuda que durou 45 minutos, ele tinha recuperado e sentia totalmente o braço! Estava feliz!

Para espanto dos médicos, melhorou rapidamente e recuperou completamente o uso normal do braço.

Desde então, tenho continuado a dar ajudas sempre que posso aos meus filhos, à minha esposa, e aos meus empregados e amigos quando estão hospitalizados.

Quando uma pessoa conhece uma tecnologia tão simples e eficaz (que ajuda as pessoas) é quase um crime não usá-la quando a oportunidade se apresenta.

E.P.T.


Uma senhora, de nome Linda, trabalha no nosso escritório como assistente. Tem 45 anos e chocou-me ouvir, há umas semanas atrás, que tinha sido diagnosticada com cancro na coluna.

Um grande tumor na parte inferior da coluna. Foi admitida no Hospital do Cancro em Melbourne e as coisas não se viam nada bem. Poucos anos antes, tinham-lhe retirado um peito. Telefonei-lhe ao hospital e disse-lhe, “Linda, sabias que fui ordenado Ministro da Igreja de Cientologia?” Ela disse que não.

Perguntei-lhe se gostaria que a visitasse antes de começar a quimioterapia. Ela disse, “Oh sim, por favor”.

Visitei-a e só abrangi os básicos. O facto de que ela não era um corpo, mas sim um ser espiritual. Ficou muito aliviada ao ouvir isto e estava feliz. Felicitei-a pela sua atitude positiva e crença de que poderia ultrapassar qualquer coisa e expliquei alguns dados muito básicos sobre o que causa as doenças. Informei-a com respeito a manter pessoas antagonísticas à distância. Vim-me embora desejando-lhe o melhor.

Linda regressou ao trabalho depois da quimioterapia há 3 semanas. Vi-a na cozinha. Perguntei-lhe como estava. Usava uma peruca mas parecia animada. Falei-lhe então das ajudas. Perguntei-lhe se queria uma e ela disse que sim, que por favor lhe desse. Dei-lhe uma ajuda e deu-se conta de que poderia vencer a doença. Depois dei-lhe uma ajuda na parte inferior da coluna. Todos os dias, durante 3 semanas, dei-lhe vários tipos de ajudas. À medida que os dias passavam ela estava a ganhar cada vez mais vida, e disse que se estava a sentir muito melhor. Dei-lhe o livrinho das ajudas para ler e ela estudou-o todo.

Ontem veio ver-me. Abraçou-me e disse-me, “MUITO obrigado por tudo o que fez. Hoje recebi os resultados dos exames. Os médicos não podem acreditar. Três tumores no fígado desapareceram completamente, o tumor na coluna está mais pequeno. Para além disso, um buraco que tinha aparecido na coluna já fechou e isso é realmente incrível, eles não podem acreditar”.


MINISTRO VOLUNTÁRIO EM ACÇÃO

Estava eu a comer num restaurante sentado próximo de uma jovem mãe com três crianças pequenas quando uma das mais pequenas se pôs impertinente, gritando fora de controle e atirando coisas. Acabou por se esconder debaixo da mesa para escapar à sua mãe. Todos no restaurante estavam chateados. Como Ministro Voluntário que sou dirigi-me à mãe, apresentei-lhe o meu cartão e pedi-lhe para ajudar a criança. Enquanto dizia isto à mãe, meti a mão por baixo da mesa e a criança agarrou-a. Dei uma ajuda breve à criança, produzindo uma calma e uma afinidade restaurada entre a família. Os outros clientes do restaurante deram um suspiro de alívio.

Uma outra vez, eu estava como professora substituta numa escola. Um das estudantes tinha queimado a perna enquanto passava a roupa a ferro, nessa manhã. Disse à classe que ia levá-la para fora da aula para ajudá-la com a dor. Ela tinha estado a dramatizar em voz alta de modo que todos os estudantes sabiam que era grave. Saímos e fomos para as escadas da escola. Expliquei-lhe sobre as Ajudas por Toque e dei-lhe uma. Passados 5 a 10 minutos saltou gritando: “A dor desapareceu!” Então correu para a sala de aula anunciando aos estudantes que esperavam ansiosamente “a professora toucou-me e a dor desapareceu!” Nunca mais tive um problema de disciplina!

Uma vez havia dois jovens andando à pancada. Separei-os e contei-lhes acerca da Lei de Terceiro Partido, que vem incluído no pequeno livro “Como Resolver Conflitos”. Fizemos a investigação que pede o livro e encontraram o terceiro partido responsável por instigar os problemas entre eles. Restauraram a amizade que tinham e mais tarde começaram a aplicar a tecnologia que se encontra no “Manual de Cientologia” para fazer do mundo um lugar melhor.

Depois há aquela vez em que telefonei a uma senhora sobre um assunto de trabalho. Ela não podia falar comigo. Estava à espera de uma ambulância depois de ter chamado o 115. Quando telefonei, ela estava no meio de um ataque de asma. De modo que lhe expliquei resumidamente o que é a supressão e como isso afecta a saúde e as emoções de uma pessoa. Fiz o melhor possível nessas circunstâncias. Usei a informação do pequeno livro “A Causa da Supressão” e encontrei a fonte de supressão correcta - desenvolvemos a forma de a manejar e quando a ambulância chegou ela foi dada como estando bem. Mais tarde, agradeceu-me e perguntou-me se eu era Cientologista. Eu disse que sim e perguntei-lhe porque é que perguntava. Ela respondeu que pensava que sim porque tinha ouvido que os cientologistas sabem como produzir milagres e resolver a supressão.

Recentemente dei umas ajudas ao meu pai após a sua operação. Ele tinha muitas dores. Depois das ajudas sentiu-se aliviado, agradeceu-me e disse-me, “Querida, tu tens o PODER!” “Sim”, disse eu. “São as ajudas de Cientologia”. A enfermeira viu-me dando-lhe as ajudas e agora quer aprendê-las. Dei-lhe o livro das ajudas e agora usa-o nos seus pacientes. Uma outra enfermeira, numa pequena clínica, tinha uma forte dor de dentes num dia em que eu lá estava. Disse-lhe que a queria ver por um momento num lugar privado. Estava a suar e queixando-se de perda de visão devido à dor. Dei-lhe uma ajuda, e a dor desapareceu. Depois dei-lhe o pequeno livro. Assim é. Dando ajudas no local do acidente, dando ajudas a animais, ajudando os meus amigos a aplicar ética nas suas vidas, aplicando-a à minha vida, salvando casamentos, subindo o nível de tom emocional dos que me rodeiam, para nomear apenas algumas das coisas. Esta é a tarefa de um Ministro Voluntário. Estou orgulhoso de o ser!


Recentemente usei o pequeno livro “Resposta às Drogas” com o qual uma mulher tratou de ajudar o seu amigo que é consumidor de álcool e marijuana. Ela estava especialmente interessada na “Bomba para as drogas”, para o fazer sair de drogas. Eu achei isto fascinante pois ela não sabia o que fazer mas com esta tecnologia disponível ela está disposta a assumir responsabilidade por tirar o seu amigo de drogas.

Eu também usei o livrinho “Ética e as Condições com um homem que estava a ter dificuldades no seu negócio. Não estava interessado no trabalho e não tinha o desejo de continuar. Ele foi capaz de encontrar que alguns dos seus funcionários não estavam a aplicar as condições e portanto o negócio não estava a despegar. Ele próprio deu-se conta de que ele próprio não as estava a aplicar. Também apliquei o livrinho “Resposta às Drogas” e ele está agora a tomar a bomba para as drogas para deixar a cafeína e está a avançar bem.

Também usei a tecnologia existente no livro “A Causa da Supressão” e ele foi capaz de localizar uma certa supressão a qual tinha uma ligação com o seu negócio. Reacendemos o seu propósito e agora está super activo no seu negócio e com a moralizado. Para além disso decidiu fazer o curso do “Manual de Cientologia” para ele próprio aprender a tecnologia.

Eu poderia estar aqui a falar sem parar das inúmeras aplicações do manual. Pessoalmente, usei as Ferramentas do Local de Trabalho e pela primeira vez escrevi um programa correcto e fui capaz de arrancar bem com o meu próprio negócio; completei dois programas e estou no meu terceiro!

Estes pequenos livros são deveras valiosos e estou feliz de ter a oportunidade de os usar para mim e com as outras pessoas.


ALGO PODE SER FEITO COM RESPEITO A ISSO

Há uns dias atrás eu ia no meu furgão e encontrei uma senhora deitada na estrada com vários seguranças assegurando-se que o tráfico passava à sua volta. Estacionei e dirigi-me à senhora. Estava totalmente inconsciente e um médico chegou entretanto. Tomou o seu pulso e disse que ela tinha o pulso bom e depois examinou os seus olhos e disse que ela estava a ter ataque apopléctico. E pensei que ele a iria examinar mais ou dar-lhe algum tipo de primeiros socorros, mas não. Ajoelhou-se e tentou falar com ela e fez-lhe perguntas às quais naturalmente ela não respondeu.

Eu fiquei surpreendido com isto e percebi que ele não tinha nenhuma ideia do que fazer a seguir. Nesse momento eu dei-lhe o comando, “Deita esse corpo nesse pavimento” e acusei-lhe a recepção. Fiz isso umas quantas vezes e depois comecei a ajuda da pessoa inconsciente. O médico olhou perplexo.

Um minuto depois o médico disse, “Não creio que isso vá fazer-lhe algum bem”. Continuei a ajuda e cerca de 5 segundos mais tarde a senhora abriu os olhos e sentou-se. Ajudamo-la a sair da estrada e a sentar-se. Comecei uma ajuda por toque. Ela tinha o braço ao peito devido a ter fracturado a clavícula. Começou a ficar mais em comunicação com o ambiente e a confrontar a clavícula fracturada. A dor começou a activar-se nisto.

Os paramédicos chegaram 20 minutos depois de eu ter chegado e eles também não sabiam bem o que fazer. Tentaram comunicar com a senhora mas não foram muito bem sucedidos e tive que actuar como de tradutor enquanto escutava a senhora e dizia aos paramédicos o que estava a tentar dizer. No final a senhora estava mais consciente e foi levada para o hospital para ser completamente examinada.


Recebi um telefonema de um amigo dizendo-me que a sua filha de 6 anos tinha sido atropelada por um carro e estava na unidade pediátrica de traumas. Quando cheguei ao local, apenas estavam a deixar entrar os parentes próximos na enfermaria fechada. Apresentei-me como Ministro Voluntário e que estava ali por pedido da família para dar uma ajuda. A enfermeira chefe escutou atentamente enquanto explicava como funcionava o processo e o que fazia e ficou radiante. Então dirigi-me ao quarto e comecei a ajuda. A criança estava ligada a vários monitores. Mantinham-na inconsciente por meio de medicação intravenosa porque os ferimentos eram muitos e estava extremamente maltratada. Enquanto estava a dar a ajuda pude ver nos monitores o seu pulso a subir, 91, 92, 93, até 97 rapidamente, depois umas quantas vezes através desses valores e depois começou a baixar e estabilizou por fim em 91. Terminei, pois pareceu-me ser este um bom momento. A enfermeira pareceu estar também agradada. A criança foi levada da unidade de cuidados coronários e agora está de facto estável.

Os pais e enfermeira presentes estavam totalmente estupefactos. No dia seguinte tiraram-lhe todos os tubos e desprenderam-na das máquinas. Ela está agora numa condição estável e a melhorar.


SUCESSO COM UMA AJUDA

Recebi um telefonema de um amigo do norte da Califórnia que ouviu que eu era Ministro Voluntário. Ele tem um irmão que vive aqui em Los Angeles e que está a morrer de uma doença sanguínea, Anemia Hemolítica. O doente tinha praticamente experimentado tudo o que era do foro médico e estáva agora disposto a tentar as Ajudas de Cientologia.

Este é um homem licenciado, felizmente casado há 45 anos, tem um lar e uma família feliz incluindo netos. É alto, mede mais de 1 e 90 e pesa apenas 69 quilos. Ele não faz planos para o futuro, praticamente passa o tempo no sofá, tem uma enfermeira com ele o tempo todo, e necessita de ajuda para ir ao quarto de banho. Ele recebe uma transfusão completa cada Segunda-feira, após a qual tem “alguma energia”, depois essa energia cai a cada dia que passa e espera por Segunda-feira novamente para receber uma outra transfusão.

Era uma imagem sinistra quando lá fui pela primeira vez em 9 de Abril. À sua esposa facilmente lhe rolavam as lágrimas quando ele não estava a ver. Comentou-me, em privado, “Espero que aguente este fim-de-semana”.

Expliquei ao senhor espírito, mente, e corpo, e como funcionavam as ajudas e disse-lhe que estas poderiam parecer disparatadas de modo que lhe disse que apenas tratasse de entrar no jogo. Ele disse, “Então você vai vir aqui, e vamos jogar”. Eu disse, “Sim”. Ele disse algo como, “Tentei tudo, que tenho a perder?”

A segunda vez que lá fui a esposa disse que a filha tinha telefonado e chorado quando falou com o pai porque notou como pela primeira vez em muito tempo ele estava positivo. Isto foi após a primeira ajuda!

Dei-lhe cerca de 4 ajudas por semana, cada semana alternando ajuda aos nervos e ajuda por toque e cada vez que lá ia eu dava-lhe uma nova ajuda do manual de ajudas grande. Eu apenas passava os olhos pelo livro e escolhia uma diferente. A que sobressai mais é a “Olá e Okay” que foi uma das primeiras que percorremos. Decidi pô-lo a dizer olá à sua medula, porque essa é a parte do seu corpo que é responsável por tudo isto.

A medula não está a fazer o seu dever. Ele participou no jogo mas penso que ele se sentiu bastante tolo dizendo olá à sua medula porque tocou nisso muitas vezes desde então. De vez em quando, ele diz, “Eu apenas continuo dizendo olá à minha medula. Em retrospectiva, isto deve ser um factor principal na sua recuperação”.

As melhorias foram muito graduais. Ao princípio não reconhecia, ou me dizia, se tinha tido uma cognição. Eu tinha de ser muito astuto e atento, e estou certo que deixei escapar muitas, mas apesar de tudo isso a tecnologia funciona independentemente de quão toscamente possa ser entregue. Eu mantive as sessões em meia hora cada.

Gradualmente começou por me dizer coisas que se dava conta, sendo o tema normal o facto de se ter dado conta mais e mais que uma atitude positiva era a correcta forma de estar.

Lembro-me de durante uma ajuda nos primeiros tempos, ele estava a ter dificuldades em seguir os comandos que requeriam que “fosse ele próprio” e depois “fosse a doença”, de modo que lhe disse para apenas pensar nele como sendo uma “unidade de pensamento”. Isso pareceu satisfazê-lo e pôde avançar melhor neste tipo de ajudas depois disso. À medida que passavam os dias e as semanas, notei que o tom emocional da esposa permanecia alto, e começaram a sair para jantar fora. O primeiro grande avanço que notei foi quando lá fui numa Sexta-feira e não estava no sofá. Andava de um lado para o outro falando ao telefone e fazendo algum tipo de planos de negócio. A sua esposa estava espantadíssima e feliz, não estando bem certa do que pensar disso. Mencionou estar com medo de ter muitas esperanças, mas feliz de ver o que está vendo.

Quando começamos as ajudas esse dia, ele disse que não entendia porque é que numa Sexta-feira ainda tinha energia! Disse que o médico também não entendia. Depois disse, “Não sei se tem algo a ver com o que VOCÊ ESTÁ a fazer”. Eu a brincar disse, “Oh, provavelmente não tem nada a ver”. E ele disse, “Provavelmente não”. Depois perguntei-lhe qual era o critério para a transfusão na Segunda-feira. Perguntava-me se eles apenas o faziam automaticamente. Ele disse que não, que faziam a contagem dos glóbulos vermelhos, mas que até agora sempre precisou.

Chegou então a Segunda-feira, e nenhuma transfusão de sangue foi necessária. O médico não tinha nenhuma explicação, ninguém tinha nenhuma explicação. Todos com medo de terem demasiadas esperanças. Eu disse à esposa, que isto era totalmente o que eu esperava. Que ficaria desapontado se outra coisa tivesse acontecido. Ela pareceu ficar positivamente surpreendida pela minha confiança. Ele disse, “se isto continua por mais uma semana então é um milagre”. Eu “piquei-o” dizendo, “Então são necessárias duas semanas para fazer um milagre!” No Domingo seguinte, lá estava eu. Tinham passado 13 dias desde a sua última transfusão e nessa manhã ele tinha ido a um grande armazém e usado o carrinho de compras por toda a loja. Brinquei com ele por não ter havido ainda nenhum milagre. Na Segunda-feira à noite havia uma mensagem da sua esposa no meu atendedor de chamadas: “Hoje, a contagem dos glóbulos vermelhos foi de 12.7. De modo que temos ... um genuíno ... Milagre!”

Podem imaginar que ganhei o dia. Actualizarei esta história à medida que se desenvolver mas não podia esperar mais para partilhar isto!

QUALQUER PESSOA pode fazer isto, independentemente do seu treino. Basta aprender como e começar!

A.W.


Uma amiga dinamarquesa teve muitos problemas durante o parto do seu primeiro filho e o seu médico tinha-a aconselhado a n\ao ter mais filhos. Mas ela e o seu marido queriam muito ter outro bebé. Ela tinha tido dois abortos espontâneos, e foi operada para a ajudar a levar a gravidez até ao final. Engravidou novamente, mas estava muito preocupada com perder o bebé. Um dia enquanto a visitava em sua casa, os sintomas familiares de outro aborto espontâneo começaram e ela começou a chorar de desespero. Imediatamente, com o seu acordo, dei-lhe uma ajuda. Cerca de uns dez minutos, após ter iniciado a ajuda, o seu rosto ficou vermelho e exclamou que sentia que um grande peso tinha subitamente deixado o seu corpo. A dor e a hemorragia tinham parado e começou a rir-se aliviada. Não teve mais problemas com a gravidez e poucos meses mais tarde deu à luz uma menina saudável sem nenhuma assistência médica fora do normal, para completa surpresa do médico.

C.G.


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